Tratamento para Calvície Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

Encontre Tratamento para Calvíce em Rio de Janeiro. Conheça as clínicas especializadas desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Flavio Bandeira Pereira
(21) 2435-2920
Av. Nelson Cardoso 1149 - Taquara
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Dermatologia

Dados Divulgados por
Silverio Attila Silva Neves
228-7045
R. Farme de Amoedo 106 - 01
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Dermatologia

Dados Divulgados por
Carlos Alberto de A Monteiro
2265-2907
Praia do Flamengo 66 - 508/Bl.B
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Dermatologia

Dados Divulgados por
Marcelo Staccioli Castro
2435-2602
Av. Nelson Cardoso 1149 - 611
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Dermatologia

Dados Divulgados por
Elisabete Dias Rocha
2435-2602
Av. Nelson Cardoso 1149 - Taquara
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Dermatologia

Dados Divulgados por
Anna Beatriz Celano Novellino
2254-2010
Av. 28 de Setembro 44 - 905/906
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Dermatologia

Dados Divulgados por
Nelia Rodrigues Lobo
3359-0044
R. Americo Brasiliense 248 - 205
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Dermatologia

Dados Divulgados por
Maria de Fatima G S Alves
226-2727
Av. Alm. Barroso 97 - 1107
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Dermatologia

Dados Divulgados por
Rosana Palmares Maciel Daher
338-4018
R. Augusto de Vasconcelos 177 - 403/404
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Dermatologia

Dados Divulgados por
Lucia Maria Conte de Souza
2569-5041
R. Dr. Satamini 47
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Dermatologia

Dados Divulgados por
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Tratamento para Calvície

Identifique os primeiros sinais de calvície

"A porcentagem de calvície nos homens é significativa: 50% dos indivíduos de sexo masculino após os 15 anos de idade já apresentam sinais de queda anormal dos cabelos, e 90% dos homens após os 40 anos de idade demonstram indícios de calvície genética. Basicamente, a melhor maneira de prevenir é ficar atento aos primeiros sinais de queda anormal dos cabelos: excesso de fios no chão do chuveiro, da casa, na escova, roupas, banco do carro ou na mesa de trabalho”, afirma Luciano Barsanti, médico e tricologista, diretor do Instituto do Cabelo em São Paulo, presidente da Sociedade Brasileira de Tricologia (ciência direcionada para prevenção, diagnóstico e tratamento da calvície) e autor do livro “Dr. Cabelo” (Editora Elevação).

Diagnóstico e tratamento

A boa notícia para quem não se conforma em ficar careca é que praticamente todos os tipos de calvície podem ser prevenidos. Em vários casos, pode haver recuperação total dos cabelos, de acordo com Barsanti. “Os equipamentos de última geração, como o scanner de couro cabeludo que aumenta até oito mil vezes a superfície dos fios e do couro cabeludo, e a microscopia eletrônica do bulbo capilar (onde os fios se formam) permitem ao médico um diagnóstico preciso e um tratamento adequado, obtendo os melhores resultados.”

Hoje, o homem dispõe de variadas técnicas e medicamentos voltados para o tratamento da calvície. Todavia, é importante que qualquer medicação seja sempre receitada pelo médico, evitando a automedicação que pode levar a sérias complicações. “O preço dos tratamentos nas clínicas especializadas são acessíveis, tendo a frequência média de duas sessões mensais, com duração de uma hora. O tratamento dura em torno de seis meses e os resultados já aparecem entre o quarto e o quinto mês de tratamento”, diz Barsanti.

Barsanti acredita que os avanços no tratamento da calvície consistem nos chamados métodos não-invasivos (sem implante, corte ou injeções). Estes tratamentos fundamentam-se na associação de terapias, tais como o laser de baixa potência, a infusão tópica no couro cabeludo de fitoterápicos, sem injeções, a partir de um aparelho que consiste num pequeno rolo conectado a um computador que, ao deslizar sobre o couro cabeludo transfere a medicação para dentro do bulbo capilar (matriz do fio). "Pode ser associada também a eletroterapia, que consiste na aplicação por contato, no couro cabeludo, de correntes de baixa intensidade, que, sem dor, estimulam a multiplicação celular, aumentando os fios", complementa.

Para quem não perdeu todos os fios

A médica Leila Bloch, dermatologista e cirurgiã capilar, graduada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica e da North American Hair Research Society (NAHRS), explica quais os tratamentos existentes para calvície e para quem são indicados.

Tratamentos Clínicos

1. Uso de xampus especiais de combate à oleosidade, indicados para os pacientes que apresentam perda capilar associada à dermatite seborreica/caspa;

2. Loções, principalmente que contenham minoxidil, que prolonga a fase de crescimento dos fios, indicada para os pacientes em início do processo de calvície e como coadjuvante (medicamento que, ministrado com algum outro, ou adicionado à fórmula deste, reforça-lhe a ação) de tratamento com finasterida;

O minoxidil é um medicamento vasodilatador, que tem como efeito secundário o crescimento de pelos. Por esse motivo, começou a ser utilizado também para a reversão do quadro de calvície.

A finasterida, também conhecida como Proscar, Propecia, Fincar, Finpecia, Finax, Finast, Finara e Prosteride, é um medicamento que bloqueia a dihidrotestosterona (DHT), responsável pela formação das características específicas masculinas como voz grossa e pelos na face e corpo. O DHT também desempenha papel importante no desejo sexual e no crescimento do tecido muscular. Esta substância é a responsável pela calvície masculina.

3. Comprimidos à base de inibidores da enzima 5-alfa-redutase, que evitam que os cabelos afinem. Pode ser utilizado desde o princípio do processo de perda capilar. Esta enzina é responsável pela transformação do hormônio testosterona em DHT. Em homens com folículos capilares mais sensíveis à ação da DHT, os fios de cabelo ficam mais finos e caem.

Carboxiterapia

A carboxiterapia é conhecida por auxiliar no tratamento contra a celulite para mulheres e começou a ser utilizada também para combater a calvície. A técnica consiste em injetar gás carbônico no couro cabeludo com uma agulha muito fina, melhorando a circulação e oxigenação dos tecidos. Coadjuvante de outros tratamentos, ela auxilia no processo do transporte de nutrientes por simular um processo de "sofrimento", que induz a vasodilatação, aumentando assim o aporte de nutrientes no couro cabeludo. Podem ser realizadas sessões mensais.

Peeling Capilar

Indicada para os pacientes com descamação e oleosidade no couro cabeludo. Após a limpeza, o resultado dos tratamentos tópicos é potencializado, além de reduzir a inflamação decorrente da oleosidade, que auxilia no processo de perda capilar.

Intradermoterapia

O tratamento consiste em injeções de minoxidil, D-pantenol e fatores de crescimento (leia mais abaixo). Coadjuvante do tratamento clínico, por ser injetável, propicia efeito mais rápido na interrupção da queda. O tratamento é indicado para os pacientes com queda ativa ou como manutenção para os pacientes que apresentem qualquer contraindicação ao tratamento clínico. Sessões quinzenais ou a cada três semanas são indicadas.

O minoxidil é um medicamento vasodilatador, que tem como efeito secundário o crescimento de pelos. Já o D-pantenol é um ativo presente normalmente na pele e no cabelo, que age também nas fibras capilares como condicionante, auxilia na retenção de umidade e deixa os fios mais espessos. Na forma de medicamento, colabora para o crescimento mais rápido do cabelo.

Os fatores de crescimento são mediadores biológicos naturais que atuam sobre os processos de reparo e regeneração. Eles são encontrados em vários tecidos em fase de cicatrização e/ou renovação celular. Eles agem de diversas formas dependendo da necessidade da nossa pele ou cabelo. Algumas propriedades dos fatores de crescimento são cura de ferimentos e aceleração da cicatrização, estímulo do folículo capilar. Quando aplicado na forma de injeção, estimula ainda mais a produção celular, o crescimento das células foliculares e o crescimento dos cabelos.

Para a calvície adiantada

A dermatologista recomenda o transplante capilar para os pacientes que já apresentam um quadro mais definido de perda capilar e para aqueles que desejam deixar de ser calvos.

“Quando a rarefação capilar passa a incomodar esteticamente, já é possível realizar uma cirurgia de restauração capilar, desde que se tenha área doadora suficiente para tal. Enquanto o tratamento clínico pode ajudar na manutenção da quantidade de fios, sem recuperar os perdidos, somente a cirurgia de transplante capilar restaura os fios e faz aumentar consideravelmente a quantidade de cabelos, sem perder a naturalidade dos fios, que caem e crescem normalmente”.

Cuidados para quem quer assumir a careca

Há muitos homens que resolveram assumir a careca e fazer dela parte do seu estilo. Estão aí para comprovar a tese os “durões” do cinema como Bruce Willis, Vin Diesel, Jason Staham, além de atletas e jogadores. Para estes, os médicos recomendam:

1. Uso de bonés/ chapéu com protetor solar. A exposição ao sol, principalmente nos calvos, pode levar ao câncer de couro cabeludo, que não é incomum;

2. Protetor solar em aerosol ou em spray, com a reaplicação do produto a cada duas ou três horas;

3. Lavagem diária da careca com xampu de controle de oleosidade, alternando com xampu neutro. Devemos lembrar que a primeira lavada da cabeça é para o couro cabeludo, e não para os fios, portanto os cuidados com o couro cabeludo, como o uso de um xampu de controle de oleosidade, devem ser mantidos;

4. Evitar água quente e banhos demorados.



Polêmica: a finasterida pode causar impotência ou perda da libido?

Entre os efeitos colaterais da finasterida descritos na bula do medicamento estão a perda da libido, dificuldade de obter uma ereção, diminuição do volume ejaculado, dor nos testículos e crescimento anormal das mamas em homens.

“A finasterida é um bloqueador de DHT. Trabalhos internacionais demonstram que a diminuição de libido (falta de apetite sexual) com o uso de finasterida é mínimo. Além disto, grupos de pesquisa que foram medicados com placebo (medicação sem ativo), sem saber, apresentaram os mesmos índices do efeito colateral”, explica Barsanti.