Sinapse Química Araxá, Minas Gerais

Informações sobre Sinapse Química em Araxá. Encontre aqui endereços e telefones de médicos especialistas, clínicas e hospitais em Araxá, além de artigos sobre Sinapse Química.

Cezario de Souza Pinto
(34) 3662-2240
Rua Praça Coronel José Adolfo 47
Araxa, Minas Gerais
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Paulo Cesar Dumont
662-1454
Rua. Joaquim da Silva Soares 132
Araxa, Minas Gerais
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Nara Lucia Schwab Freusa Fontes
(34) 3662-1422
Av Getulio Vargas 55 - Sala 8
Araxa, Minas Gerais
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dorival de Oliveira
343-6611
Av Prefeito Aracely de Paula 955
Araxa, Minas Gerais
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Marcilio Leonardo Teixeira
661-3472
R Dom Gaspar 130
Araxa, Minas Gerais
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Danilo Esteves Pires
Rua 1 - º de Maio 163
Araxa, Minas Gerais
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Melhoramentos Dom Bosco S.A.
(34) 662-1600
Praca Cel. Adolfo 68
Araxa, Minas Gerais
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Carlos Eugênio Ribeiro Parolini
(34) 3662-5874
Pça Antônio Alves da Costa 45
Araxa, Minas Gerais
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Ilson da Costa Ramos
(34) 3661-2546
R. Maria Rita de Aguiar 294
Araxa, Minas Gerais
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Carmine José Pinto Di Dimambro
(34) 3662-8082
R. Dom José Gaspar 130
Araxa, Minas Gerais
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Sinapse Química

A maioria das sinapses utilizadas para transmissão do sinal no sistema nervoso central da espécie humana são as sinapses químicas, que sempre transmitem esse sinal em uma direção, ou seja, possuem uma condução unidirecional. Essa é uma característica importante desse tipo de sinapse, permitindo que os sinais atinjam alvos específicos.Esse evento se inicia com a secreção de uma substância química chamada neurotransmissor, que irá atuar em proteínas receptoras presentes na membrana do neurônio subsequente, promovendo a excitação ou inibição.As substâncias neurotransmissoras mais conhecidas são: acetilcolina, norepinefrina, epinefrina, histamina, ácido gama-aminobutírico, glicina, serotomina e glutamato.Na sinapse química o terminal pré-sinático é separado do corpo celular do neurônio pós-sinático pela fenda sináptica. O terminal pré-sináptico possui vesículas transmissoras que contém substâncias transmissoras que serão liberadas na fenda sináptica, essa liberação é controlada por canais de cálcio dependentes de voltagem. O potencial de ação despolariza a membrana pré-sináptica, os canais de cálcio se abrem e íons de cálcio entram no terminal pré-sináptico, que se ligam a proteínas especiais, chamadas de sítio de liberação, que se encontram na superfície interna da membrana pré-sináptica, fazendo com que esses sítios se abram liberando as vesículas transmissoras, que podem ter função inibitória ou exitatória. As vesículas transmissoras, liberadas na fenda sináptica, passam para o terminal pós-sináptico.A membrana do neurônio pós-sináptico possui um grande número de proteínas receptoras, cujas moléculas podem possuir componentes de ligação onde o neurotransmissor, que está na fenda sináptica, se liga a um componente ionóforo, que atravessa toda a membrana pós-sináptica até alcançar o interior do neurônio pós-sináptico. O componente ionóforo pode ser de canal iônico, que permite a passagem de tipos específicos de íons.Os canais iônicos podem ser do tipo catiônios, que conduzem íons de sódio, ou do tipo aniônico, que passam íons cloreto.Os canais catiônicos permitem a entrada de cargas positivas, promovendo a excitação do neurônio. Portanto as substâncias transmissoras que abrem esses canais são chamadas de transmissores excitatórios. Os canais aniônicos permitem a entrada de cargas negativas, promovendo a inibição do neurônio, desse modo as substâncias transmissoras que abrem esses canais são chamadas de transmissores inibitórios.O componente ionóforo também pode ser um ativador de segundo mensageiro, uma molécula que projeta-se para o citoplasma da célula e ativa uma ou mais substâncias localizadas no interior do neurônio pós-sináptico, promovendo aumento ou diminuição de funções celulares específicas.Fontes:http://www.fisiologia.kit.net/fisio/pa/2.htmGuyton, Arthur C. e Hall, John E.. Tratado de Fisiologia Médica, Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.