Comunicação Interventricular Araguaína, Tocantins

Informações sobre Comunicação Interventricular em Araguaína. Encontre aqui endereços e telefones de médicos especialistas, clínicas e hospitais em Araguaína, além de artigos sobre Comunicação Interventricular.

Caio Augusto Ferreira do Amaral
(63) 3412-9200
Rua 25 de Dezembro 343
Araguaína, Tocantins
Especialidade
Cardiologia

Dados Divulgados por
Unicardio
(63) 3414-4418
Rua Sadoc Correia 262 qd 38 lt 3
Araguaína, Tocantins
 
Climed
(63) 3414-1079
Rua Sadoc Correia 373
Araguaína, Tocantins
 
Col Clínica de Otorrinolaringologia
(63) 3414-1413
Avenida 1º de Janeiro 1453
Araguaína, Tocantins
 
Da Vita
(63) 3421-2249
Rua Porto Rico 30
Araguaína, Tocantins
 
Juan Fernando Terrones Caceres
(63) 3413-9200
R. 25 de Dezembro 285
Araguaína, Tocantins
Especialidade
Cardiologia

Dados Divulgados por
Centro Cárdio
(63) 3413-9200
Rua 25 de Dezembro 420
Araguaína, Tocantins
 
Maria Carmelita Souza e Silva
(63) 3421-4463
Rua H 300 lt 01 cj 1B
Araguaína, Tocantins
 
Educare Núcleo Educacional Terapêutico
(63) 3421-2440
Avenida 1º de Janeiro, 1160
Araguaína, Tocantins
 
Clínica Femina
(63) 3421-2419
Rua José de Brito Soares 749
Araguaína, Tocantins
 
Dados Divulgados por

Comunicação Interventricular

A comunicação interventricular (CIV) consiste em uma cardiomiopatia congênita, que se caracteriza pela existência de um orifício entre os ventrículos esquerdo e o direito.A CIV resulta de uma anomalia no septo interventricular, composto por três partes: câmara de entrada, porção trabecular e câmara de saída, além do componente fibroso, chamado de septo membranoso.Estima-se que a CIV represente aproximadamente 35% das cardiopatias congênitas.Na CIV, o sangue que está passando pelo ventrículo esquerdo (regime de maior pressão), passa para o ventrículo direito (regime de menor pressão) durante a sístole ventricular, resultando no “shunt” esquerda/direita. O excedente sanguíneo que alcança o ventrículo direito é ejetado em direção à circulação pulmonar, com consequente aumento do fluxo sanguíneo pulmonar. Com o tempo, este fluxo maior para o pulmão ocasiona o aumento da pressão nas artérias pulmonares e, subsequentemente, aumento da resistência vascular pulmonar, levando, nos casos mais severos, a denominada Síndrome de Eisenmenger.As alterações hemodinâminas ficam na dependência de diversos fatores, como tamanho do defeito, relação entre a resistência sistêmica e pulmonar e existência de lesões associadas. Estima-se que aproximadamente 25% das CIV desaparecem completamente, cerca de 40% diminuem de tamanho até os 6 anos de idade, apontando que o coração cresce proporcionalmente mais do que o orifício da CIV.Durante um exame físico o médico pode suspeitar da existência de CIV, alcançando a confirmação por meio de exames, como ecocardiograma ou cateterismo cardíaco.O tratamento é cirúrgico. Os fatores determinantes da época certa para a realização de uma cirurgia são:Risco operatório com relação à idade;Tipo da correção cirúrgica (paliativa ou definitiva);Efeitos deletérios pré-operatórios da lesão em certas áreas cardíacas (miocárdio e vasculatura pulmonar) e sua reversibilidade.Durante o procedimento cirúrgico definitivo, o orifício é tampado suturando-se pedaço do pericárdio do próprio paciente ou pericárdio bovino que recebeu tratamento adequado.Existe também a possibilidade de realizar uma cirurgia paliativa, como o procedimento denominado bandagem pulmonar, no qual é feita a diminuição da luz da artéria pulmonar, dificultando a passagem do sangue para os pulmões. Todavia, como resposta, há uma queda na oxigenação sanguínea, sendo responsabilidade do cirurgião encontrar este equilíbrio. Contudo, quando realizada em crianças, a mesma irá crescer e será necessário operar novamente e fazer a cirurgia corretiva.Leia também:Comunicação InteratrialFontes:http://www.brunorocha.com.br/portal/?p=127http://departamentos.cardiol.br/sbc-depeco/publicacoes/revista/2008/Revista03/07-comunicacao-interventricular.pdfhttp://www.medicinapratica.com.br/tag/comunicacao-interventricular/