Comunicação Interventricular Alta Floresta D'Oeste RO

Informações sobre Comunicação Interventricular em Alta Floresta D'Oeste. Encontre aqui endereços e telefones de médicos especialistas, clínicas e hospitais em Alta Floresta D'Oeste, além de artigos sobre Comunicação Interventricular.

Elisa Kinuyo Ito Utzumi
(69) 3442-9162
Avenida Fortaleza 5264
Rolim de Moura, Rondônia
 
Clínica Gênesis
(69) 3442-7613
Avenida Recife 4934
Rolim de Moura, Rondônia
 
Clínica Multimargem
(69) 3442-1015
Rua Guaporé 5169
Rolim de Moura, Rondônia
 
Gederson Rossato
(69) 223-8460
Rua Paulo Leal 393
Porto Velho, Rondônia
Especialidade
Cardiologia

Dados Divulgados por
Vera Joana Becker
Paulo Leal 381 - Sala 106
Porto Velho, Rondônia
Especialidade
Cardiologia

Dados Divulgados por
Clínica Especializada
(69) 3442-4880
Avenida Florianópolis 5261
Rolim de Moura, Rondônia
 
Masahito Ito
(69) 3442-2253
Avenida 25 de Agosto 4947
Rolim de Moura, Rondônia
 
Claudio Jose Soares
(69) 3217-0923
Hospital Central - R. Afonso Pena 52 - Sala 2
Porto Velho, Rondônia
Especialidade
Cardiologia

Dados Divulgados por
Roberta Ferrari Goncalves
(69) 3443-2647
Rua Antonio de Paulaunes 1512
Cacoal, Rondônia
Especialidade
Cardiologia

Dados Divulgados por
Estação Saude
(69) 3211-7143
Av Calama 2615
Porto Velho, Rondônia
Especialidade
Cardiologia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Comunicação Interventricular

A comunicação interventricular (CIV) consiste em uma cardiomiopatia congênita, que se caracteriza pela existência de um orifício entre os ventrículos esquerdo e o direito.A CIV resulta de uma anomalia no septo interventricular, composto por três partes: câmara de entrada, porção trabecular e câmara de saída, além do componente fibroso, chamado de septo membranoso.Estima-se que a CIV represente aproximadamente 35% das cardiopatias congênitas.Na CIV, o sangue que está passando pelo ventrículo esquerdo (regime de maior pressão), passa para o ventrículo direito (regime de menor pressão) durante a sístole ventricular, resultando no “shunt” esquerda/direita. O excedente sanguíneo que alcança o ventrículo direito é ejetado em direção à circulação pulmonar, com consequente aumento do fluxo sanguíneo pulmonar. Com o tempo, este fluxo maior para o pulmão ocasiona o aumento da pressão nas artérias pulmonares e, subsequentemente, aumento da resistência vascular pulmonar, levando, nos casos mais severos, a denominada Síndrome de Eisenmenger.As alterações hemodinâminas ficam na dependência de diversos fatores, como tamanho do defeito, relação entre a resistência sistêmica e pulmonar e existência de lesões associadas. Estima-se que aproximadamente 25% das CIV desaparecem completamente, cerca de 40% diminuem de tamanho até os 6 anos de idade, apontando que o coração cresce proporcionalmente mais do que o orifício da CIV.Durante um exame físico o médico pode suspeitar da existência de CIV, alcançando a confirmação por meio de exames, como ecocardiograma ou cateterismo cardíaco.O tratamento é cirúrgico. Os fatores determinantes da época certa para a realização de uma cirurgia são:Risco operatório com relação à idade;Tipo da correção cirúrgica (paliativa ou definitiva);Efeitos deletérios pré-operatórios da lesão em certas áreas cardíacas (miocárdio e vasculatura pulmonar) e sua reversibilidade.Durante o procedimento cirúrgico definitivo, o orifício é tampado suturando-se pedaço do pericárdio do próprio paciente ou pericárdio bovino que recebeu tratamento adequado.Existe também a possibilidade de realizar uma cirurgia paliativa, como o procedimento denominado bandagem pulmonar, no qual é feita a diminuição da luz da artéria pulmonar, dificultando a passagem do sangue para os pulmões. Todavia, como resposta, há uma queda na oxigenação sanguínea, sendo responsabilidade do cirurgião encontrar este equilíbrio. Contudo, quando realizada em crianças, a mesma irá crescer e será necessário operar novamente e fazer a cirurgia corretiva.Leia também:Comunicação InteratrialFontes:http://www.brunorocha.com.br/portal/?p=127http://departamentos.cardiol.br/sbc-depeco/publicacoes/revista/2008/Revista03/07-comunicacao-interventricular.pdfhttp://www.medicinapratica.com.br/tag/comunicacao-interventricular/