Clínica da Mulher Bauru, São Paulo

Encontre Clínica da mulher em Bauru. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região,aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Luiz Carlos Regina Cardoso
(14) 3223-4922
Rua Bandeirantes 12 - 50
Bauru, São Paulo
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Eduardo Crivelari Baisch
(14) 3313-6740
Av. Comendador José da Silva Martha 449
Bauru, São Paulo
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Salvador Cabello Filho
R Rio Branco 29 - Quadra 7
Bauru, São Paulo
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Carmem Lucia J Sobral
Rua Virgilio Malta 20 - 80
Bauru, São Paulo
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Celio Souza Cabello
R. Rio Branco 29 - 7Im
Bauru, São Paulo
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Alberto Segalla Junior
Rua Julio Maringoni 16 - 26
Bauru, São Paulo
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Carlos Alberto F Menezes
Rua Sete de Setembro 58 - Q 3
Bauru, São Paulo
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Jose Osmar Guerini
Rua Antonio Alves 23 - Numero 72
Bauru, São Paulo
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Alberto Segalla Jr
Rua Julio Maringoni 26 - Q16
Bauru, São Paulo
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Willian Davila Delgallo
Rua Azarias Leite 22 - Q 12
Bauru, São Paulo
Especialidade
Mastologia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica da Mulher

Ginecologia Geral
Na sociedade atual as mulheres apresentam uma expectativa de vida mais alta que os homens. Além das diferenças fisiológicas entre ambos os sexos, outro fator fundamental para que isso ocorra é o acompanhamento médico rotineiro da saúde da mulher desde sua infância e adolescência. O médico ginecologista deve assumir esta responsabilidade como o médico da mulher em todas as faixas etárias, por meio da prevenção, do planejamento, da orientação e do diagnóstico.

Os médicos da Clínica Medicina da Mulher têm uma sólida formação profissional, estruturada e fundamentada para dar todo o suporte à mulher, orientando-a em todas as faixas etárias a partir das mudanças pelas quais ela passa: a primeira menstruação, o período reprodutivo, a primeira relação sexual, as formas contraceptivas, o planejamento familiar, a menopausa, a senilidade.

Dessa forma, oferecemos uma estrutura completa para a prevenção, diagnóstico e tratamento das diferentes afecções ginecológicas, das mais comuns às mais complexas, acompanhando a mulher em todos os momentos. A intenção da Clínica Medicina da Mulher é oferecer todas as condições para que a mulher viva em sua plenitude e aproveite da melhor forma possível as diferentes fases de sua vida.


Endometriose
A endometriose, considerada a doença da mulher moderna, afeta cerca de 15% da população feminina em período reprodutivo. Corresponde ao implante do endométrio, tecido que reveste a camada interna do útero, fora da cavidade uterina. Ocorre mais frequentemente nas cavidades pélvica e abdominal, atingindo o peritônio ou mais profundamente órgãos como o ovário, bexiga e intestinos. Pode ser responsável por grandes distúrbios no cotidiano da mulher que a apresenta, causando sintomas como cólicas menstruais intensas, dores abdominais constantes, dor durante as relações sexuais, infertilidade, além de alterações intestinais ou urinárias durante a menstruação.

Para o diagnóstico da doença, devemos primeiramente analisar os sintomas, pensar na doença e direcionar o exame físico e clínico. Podem ser utilizados também exames laboratoriais e de imagem, os quais podem ser a ultrassonografia especializada, a ressonância magnética e/ou a ecoendoscopia baixa. O tratamento da endometriose pode ser clínico ou cirúrgico. Em geral, reservamos a indicação cirúrgica para casos nos quais há sinais de doença avançada ou nos casos em que houver falha no tratamento clínico para portadoras de doença inicial.

O principal objetivo do tratamento clínico é devolver a qualidade de vida àquela mulher afetada e, para tal, pode-se utilizar uma série de medicações hormonais para controle de sintomas. O principal procedimento cirúrgico indicado é a laparoscopia, que permite visualizar, a partir de pequenas incisões abdominais, os pontos afetados e neles fazer a intervenção necessária. Ao se deparar com a moléstia, o médico precisa lembrar que não está tratando de um órgão, mas da mulher como um todo, devendo até mesmo indicar terapias relacionadas a problemas pessoais e emocionais mais amplos, como parte do processo terapêutico específico.


Reprodução Humana
Muitos fatores influenciam a fertilidade natural de um casal: idade do homem, idade da mulher, frequência sexual, o tempo de infertilidade, além de fatores como a obesidade e o tabagismo. Além disso, alguns distúrbios ou doenças específicas também causam infertilidade. Aproximadamente 40% das causas de infertilidade dos casais estão relacionadas com fatores femininos e 40% com fatores masculinos. Em 20% dos casos, ambos os fatores estão presentes.

A chance de um casal normal conceber por meios naturais, mantendo relações sexuais no dia fértil da mulher, é de 20% ao mês, isso é chamado de taxa de fecundidade natural. Sabemos ainda que nos casais que já estão tentando engravidar há mais de um ano a taxa de fecundidade é pelo menos a metade do habitual, mesmo que não se encontrem fatores objetivos para se explicar as causas de infertilidade. Com a reprodução assistida, a taxa de nascimentos pode chegar a 55% por tentativa em mulheres de até 35 anos.
As estatísticas mostram que 12-20% dos casais em idade fértil experimentam dificuldades para gerar filhos. Algumas causas de infertilidade podem ser tratadas com sucesso por meio de procedimentos e técnicas simples, como inseminação artificial, terapia hormonal e pequenas cirurgias. Porém, nos casos mais complexos, ou quando os tratamentos simples não são bem sucedidos, as técnicas de reprodução assistida de mais alta complexidade são a alternativa mais indicada, como a Fertilização In Vitro (FIV).

Devem ser levados em conta para a definição de qual tratamento será adotado o desejo do casal, a idade da mulher, além dos fatores causadores da infertilidade.

Ginecologia da infância e adolescência
A mulher atravessa diversas fases de descobertas e desafios ao longo da vida. O ginecologista tem o privilégio de acompanhá-la por todo esse período, criando laços de confiança e intimidade. Tem como papel ajudar a solucionar questões médicas e técnicas, além de muitas vezes cumprir o papel de conselheiro.

A Ginecologia da Infância e da Adolescência cuida das alterações que podem surgir desde os primeiros anos de vida das mulheres. Essa subespecialidade da Ginecologia faz o acompanhamento, em conjunto com o pediatra, de crianças que necessitarão tratar de questões ginecológicas no período que vai da infância ao início da adolescência. Realiza também o atendimento a meninas mais maduras, especialmente a partir da primeira menstruação ou no começo da vida sexual.
Durante a adolescência, o ginecologista é cada vez mais procurado devido à curiosidade causada pelas diferentes informações divulgadas pela mídia, que trazem à tona assuntos muitas vezes pouco discutidos em casa, devido à dificuldade em sua abordagem.

A proposta desse especialista é a de tornar mais aceitáveis as mudanças que ocorrem no corpo da mulher, que podem, por vezes, serem incômodas. O ginecologista deve sempre orientar e diferenciar e o que é fisiológico e o que deve ser tratado.


Patologia do Trato Genital Inferior
HPV e câncer de colo uterino são fantasmas que assustam. As ferramentas existentes na prevenção e no diagnóstico precoce de tais doenças estão acessíveis a todas as mulheres, por meio do Papanicolau (exame citológico) e de sua complementação com o exame de colposcopia. A colposcopia é um exame que permite visualizar em um maior aumento o colo uterino e a vagina, podendo, dessa forma, identificar lesões cuja visualização seria impossível a olho nu.

Consiste em um procedimento realizado no próprio consultório médico, indolor, no qual, com a ajuda de reagentes químicos, consegue-se identificar possíveis lesões precursoras de câncer de colo uterino e, desta forma, a partir da realização de uma biopsia dirigida, estabelecer a confirmação diagnóstica. A complementação do exame é feita com a vulvoscopia, na qual pequenas verrugas genitais podem ser visualizadas e diagnosticadas. Ademais, outras lesões tênues que podem evoluir para câncer de vulva também podem ser diagnosticadas e tratadas em sua fase inicial, permitindo tratamentos menos invasivos.

O diagnóstico precoce permite um tratamento definitivo muito menos invasivo do que o realizado quando o diagnóstico é firmado em fases avançadas da doença. Todo esse acompanhamento pode ser feito na Clínica Medicina da Mulher, por de um atendimento personalizado, humanizado e esclarecedor.


Nutrição
Nutrição Funcional

A Nutrição Funcional é uma das principais aliadas para o equilíbrio da saúde. É importante em todas as fases da vida, desde o momento da gestação, passando pela infância, adolescência, fase adulta e 3° idade. No caso das mulheres, colabora com o controle do peso, no combate a desequilíbrios hormonais e a osteoporose, além de ajudar no equilíbrio orgânico nos estágios de pré e pós-menopausa e de TPM.

Segundo pesquisas recentes, as principais doenças crônicas resultam da interação entre a suscetibilidade genética e fatores ambientais amplamente modificáveis, incluindo agentes infecciosos, químicos, físicos, nutricionais e de comportamento. Diabetes, gastrite, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares e autoimunes, aterosclerose, cálculo renal, câncer, além de anorexia e bulimia são alguns dos problemas de saúde que podem receber tipos de tratamento definitivos ou complementares pela Nutrição Funcional.


Obstetrícia
A gestação é um período especial na vida de um casal. Para que possa transcorrer da melhor maneira possível é necessária a realização de um pré-natal preocupado com a saúde e bem-estar de todos os envolvidos, a gestante, seu parceiro e o bebê que está por vir.

Por meio de um acompanhamento adequado é possível oferecer o máximo de segurança durante a gestação e no período que a sucede. O ideal é que uma equipe multidisciplinar esteja ao lado da família nesse momento tão especial, com os profissionais de ginecologia e obstetrícia recebendo o suporte de especialistas de outras áreas como fisioterapia, enfermagem, nutrição, psicologia e medicina fetal.

A equipe de medicina fetal, por exemplo, é responsável pelo acompanhamento ultrassonográfico e por procedimentos diagnósticos e terapêuticos. Enfermeiras oferecem orientações fundamentais para a manutenção da saúde da gestante e de seu bebê, principalmente no que se refere à amamentação. Médicos obstetras acompanham a evolução da gravidez, promovendo diagnósticos precoces e tratamentos adequados quando necessário. Fisioterapeutas, nutricionistas e psicólogas podem trabalhar, dentro de suas áreas de atuação, para somar e complementar os esforços empreendidos pelos demais especialistas.


Oncologia Ginecológica
A prevenção é a melhor forma de manutenção da saúde. Ela deve ser realizada por meio de hábitos de vida saudáveis, como alimentação equilibrada, prática de exercícios físicos regulares e redução do estresse, entre outros. O diagnóstico precoce das doenças é fundamental para um tratamento mais eficaz.

Os cânceres ginecológicos devem ser rastreados e diagnosticados antes de se tornarem sintomáticos, aumentando assim as chances de cura. Esse rastreamento consiste na realização de exame clínico das mamas, exame ginecológico, papanicolau, mamografia e ultrassonografia da pelve anualmente, garantindo melhor qualidade de vida e mais saúde para a mulher.

A Clínica Medicina da Mulher dispõe de profissionais extremamente capacitados e atualizados na área de Ginecologia para instituição do melhor tratamento e para a realização de todos os exames preventivos necessários. Conta também com especialistas em diversas áreas para cuidar da paciente como um todo, porém de forma individualizada.


Tratamento da Dor
Medicina da Dor

Sentir dor faz parte da vida de qualquer ser humano. No entanto, quando a dor deixa de ser um sinal de alerta (dor aguda relacionada a uma lesão) e passa a afetar a qualidade de vida, pode se tornar a própria doença e precisa ser combatida o mais precocemente possível. A dor crônica ou persistente de qualquer local do nosso corpo, como coluna, cabeça ou, por exemplo, a pelve, prejudica sono, lazer e causa irritabilidade.

Pesquisas indicam que as chances de sucesso no tratamento da dor são maiores quando os pacientes são atendidos por uma equipe especializada e integrada no tratamento da dor. Esta área de atuação existe no mundo desde 1945 e no Brasil há mais de 25 anos. Várias técnicas são combinadas e orientadas por um médico especialista no tratamento dos mais diferentes tipos de dores como dores pélvicas, dores de cabeça, dores lombares, cervicais e torácicas, fibromialgia e outras dores musculares, artrites, artroses, tendinites, bursites e dores neuropáticas.

O médico especialista em dor poderá prescrever analgésicos de forma individualizada, realizar bloqueios dos nervos que levam a dor para o cérebro, orientar fisioterapia, psicoterapia para alguns casos, massagens, exercícios e acupuntura, todos estes com único objetivo: melhora da dor, da capacidade e funcionalidade nas atividades do dia a dia.

Psicologia
Palavra de origem grega, Psicologia significa o “estudo da mente” (psique = mente e logos = estudo, razão). O psicólogo busca compreender o comportamento e o pensamento das pessoas por meio da utilização de métodos e processos comparativos e analíticos com o objetivo de promover a saúde mental do indivíduo, contribuindo para a melhora da qualidade de vida.

Em termos de saúde da mulher, a Psicologia pode ser uma grande aliada. Em momentos de fragilidade, pela incidência de uma doença, pelas mudanças hormonais provocadas pela gravidez, em situações de pré ou pós-operatório, no tratamento da dor, entre outros casos, o apoio psicológico é fundamental para que a mulher se mantenha equilibrada e para que tenha forças para enfrentar as adversidades.

Dessa forma, as pacientes se sentirão mais seguras para tomar decisões importantes para o seu bem-estar físico e mental.

Fisioterapia
Atuação da fisioterapia na área de ginecologia

A Fisioterapia é uma ciência da saúde que atua, principalmente, na prevenção, estudo e tratamento das disfunções do movimento em órgãos ou sistemas do corpo humano. No campo da ginecologia, o fisioterapeuta pode auxiliar em vários aspectos e em diferentes casos, como descrito a seguir:

Endometriose: muitas vezes as dores decorrentes da doença geram deficiências posturais e pontos de tensão muscular (pontos gatilho) nas musculaturas adjacentes como glúteos, abdômen, músculos da região lombar e do assoalho pélvico. O objetivo da fisioterapia é relaxar esses grupos musculares, desativar os pontos gatilho, auxiliando o alívio da dor. Isto pode ser obtido por meio de exercícios, liberação miofascial, eletroterapia e biofeedback eletromiográfico, que capta informações da atividade muscular e transforma essas informações em imagem e som. Isto facilita o controle da paciente sobre sua atividade muscular, podendo auxiliar na redução de uma atividade excessiva.

Incontinência urinária: várias técnicas podem ser utilizadas para a prevenção ou melhora dos sintomas como exercícios para a musculatura do assoalho pélvico, cones vaginais que oferecem um treino com aumento de carga progressiva, biofeedback, que neste caso auxilia a identificação e utilização correta desta musculatura, eletroterapia e reeducação funcional da bexiga.

Pré/pós-parto: várias alterações ocorrem no corpo da mulher durante a gestação e no pós-parto, como no sistema cardiovascular, respiratório e músculo-esquelético. Algumas vezes essas alterações vêm acompanhadas de desconforto ou dores. A fisioterapia visa prevenir ou amenizar os desconfortos por meio de orientação da postura adequada para as atividades diárias; drenagem linfática e exercícios circulatórios para prevenção ou melhora de edema; exercícios para melhorar a percepção e controle da musculatura do assoalho pélvico, evitando assim a incontinência urinaria; exercícios para músculos da região lombar e abdominal para a manutenção da função; e, quando necessário, terapia manual para alívio de dor. O fisioterapeuta também está apto a trabalhar com a gestante de alto risco, com objetivo de prevenir o desconforto causado pelo repouso prolongado por meio de orientações quanto ao posicionamento, exercícios circulatórios, massagem, proporcionando assim uma melhor qualidade de vida neste período.

Outras situações que a fisioterapia também pode atuar são: pós-operatório de cirurgias ginecológicas e/ou oncológicas, linfedema em pacientes mastectomizadas, incontinência fecal, disfunções sexuais entre outras.

Mastologia
O câncer de mama talvez seja a doença que mais assuste a mulher moderna devido ao aumento progressivo de sua incidência. O papel do ginecologista é orientar a prevenção, realizar diagnóstico precoce e, se necessários, propor tratamentos eficazes que procurem preservar a estética e a qualidade de vida da paciente.

Para a prevenção do câncer de mama a mulher deve manter hábitos de vida saudáveis, como alimentação pobre em gordura e prática de exercícios. Estes fatores diminuem o risco desta doença, porém não suspendem a necessidade de rastreamento.

Quanto mais cedo for feito o diagnóstico da doença, menores serão suas consequências e maior será a possibilidade de cura. Para detectar o câncer de mama é importante observar fatores como a incidência familiar da doença, se a mulher amamentou (principalmente antes dos 25 anos), realizar exame clínico, ultrassonográfia das mamas e mamografia anualmente a partir dos 40 anos de idade.


Medicina Fetal
A Medicina Fetal é uma subespecialidade da Obstetrícia que objetiva o cuidado com o feto, por meio da avaliação e acompanhamento da gestação. Desenvolveu-se muito nas últimas décadas, principalmente a partir da evolução dos aparelhos de ultrassonografia.

Alguns fatores em especial determinam gestações com risco aumentado, como nos casos de doenças clínicas maternas pré-existentes, como diabetes e cardiopatia; gestação anterior com óbito fetal, filho malformado, parto prematuro; risco genético aumentado, como em gestações em idade materna avançada, gestação anterior com malformação fetal ou doenças familiares com herança genética; exposição a riscos ambientais como infecção materna durante a gestação, medicações, outras substâncias químicas e radiação; além de complicações fetais na gestação atual, como diagnóstico de malformação fetal, restrição do crescimento e alterações da vitalidade fetal.

A Medicina Fetal irá determinar aspectos como as chances de complicações para a mãe e o feto durante a gestação e a magnitude desses riscos; a forma e periodicidade com que a gestação deve ser acompanhada; os exames complementares necessários para elucidação diagnóstica e seguimento gestacional; o risco de recorrência em gestações futuras; possíveis medidas preventivas para gestações futuras; o planejamento de medidas terapêuticas e condições do parto frente à doença de base identificada, entre outras.


Dermatologia
Dermatologia é a especialidade médica que se ocupa do diagnóstico e tratamento clínico-cirúrgico das doenças que acometem o maior órgão do corpo humano: a pele, que tem em média 2 metros quadrados de área em um indivíduo adulto.

A pele é o órgão que envolve o corpo determinando seu limite com o meio externo. Corresponde a 16% do peso corporal e exerce diversas funções, como: regulação térmica, defesa orgânica, controle do fluxo sanguíneo, proteção contra diversos agentes do meio ambiente e funções sensoriais (calor, frio, pressão, dor e tato). A pele é um órgão vital e, sem ela, a sobrevivência seria impossível.

A pele é formada por três camadas: epiderme, derme e hipoderme, da mais externa para a mais profunda, respectivamente.

A dermatologia atua em todos os processos fisiopatológicos que envolvem a pele: desde simples infecções, reações auto-imunes e inflamatórias, e tumores.

Urologia
A urologia é uma especialidade médica que cuida do sistema urinário de homens e mulheres e do sistema genital dos homens. Desta maneira, a urologia não é uma especialidade que cuida apenas das "doenças do homem".

Os órgãos estudados pelos urologistas incluem os rins, ureteres, bexiga, uretra e os órgãos do sistema reprodutor e genital masculino (testículos, epidídimos, ducto deferente, vesículas seminais, próstata e pênis), com suas particularidades e diferenças.

Entre as enfermidades acompanhadas pelo urologista, estão inclusas patologias com tratamento não-cirúrgico, como infecções urinárias, cálculos urinários em tratamento conservador, e tratamento cirúrgico, como correção de incontinência urinária e o tratamento cirúrgico dos tumores urológicos.

A especialidade está relacionada às áreas médicas da nefrologia, andrologia, ginecologia e oncologia.


Endocrinologia
A endocrinologia é uma especialidade que estuda o sistema endócrino, que é composto das glândulas endócrinas, que são glândulas produtoras de hormônios. O hormônio é uma substância produzida em um órgão do corpo e que será secretada na corrente sanguínea e exercerá uma função em outro órgão, controlando a secreção de outros hormônios ou regulando funções específicas.

As principais áreas de atuação do especialista, que é denominado endocrinologista, são: alterações da tireóide, como hiper ou hipotireoidismo, ou nódulos tireoidianos; diabetes; obesidade; alterações do colesterol ou triglicérides; problemas do crescimento; alterações menstruais.


Cirurgia Plástica
A cirurgia plástica, diferentemente do que se imagina, não é recente. Existem registros de procedimentos cirúrgicos no nariz e lábios, por exemplo, de 2500 anos antes de Cristo. Mas foi no século XX, na Primeira Guerra Mundial, que a especialidade começou a avançar, para ajudar na recuperação dos soldados que voltavam mutilados para casa.

O sucesso da Cirurgia Plástica, nos dias de hoje, deve-se à existência de especialistas na área, a necessidade crescente de realizar procedimentos cirúrgicos e o crescente conhecimento da anatomia humana. As mudanças socioculturais, com a posição mais independente da mulher e a maior exposição corporal, também tiveram grande influência no desenvolvimento da especialidade. Esse avanço trouxe à sociedade o bem-estar das pessoas, uma das finalidades primordiais da medicina.